Fat fatores essenciais para o desenvolvimento das cidades:
A criação de assentamentos permanentes foi possível graças ao domínio da agricultura e da domesticação de animais para pecuária, que ocorreu aproximadamente entre treze e dez mil anos atrás, tendo as primeiras vilas neolíticas surgido há aproximadamente 12 mil anos. A criação de assentamentos permanentes, e a expansão territorial e populacional destas, necessitariam avanços tecnológicos, organização social e um local adequado para instalação. Todos os três fatores estão firmemente associados entre si.
As cidades cresceram mais do que nunca no século XX, Atualmente, estima-se que 45% da população mundial vivam em cidades. Primeiro por causa da queda das taxas de mortalidade, bem como maior reorganização da cidade através da implementação de leis de zoneamento e de planejamento urbano. Segundo por causa da grande migração da população rural para as cidades, provocada por avanços tecnológicos na agropecuária e pela diversificação da economia urbana.
HOJE , Portugal E OUTROS PAISES EUROPEUS tem um grande problema: os incêndios criminosos.
Na vegetação mediterrânea os ecossistemas estão intimamente relacionados com o fogo, principalmente devido às características climáticas e a intevenção humana. Os incêndios levaram a muitos incidentes e mortes. Chegaram muito perto de lugarejos e povoados, causando enormes prejuízos, estão queimando florestas e bosques normais. Durante o verão seco, eles queimam em toda a região do Mediterrâneo.
O principal problema são os fogos ateados propositalmente. O outro motivo é a estrutura da vegetação: a plantação intensiva para a produção de celulose gera materiais altamente inflamáveis. também, como o interesse é obter a maior quantidade possível de madeira, não se cuida de cortar galhos secos. Mesmo que sempre já tenha havido incêndios em Portugal, hoje eles têm uma intensidade bem maior que há 30, 40 anos.
A região Mediterrânea é caracterizada por Verões secos e quentes e Invernos úmidos e medianamente frios. Nos climas Xero e Termo-mediterrâneos, a vegetação lenhosa e herbácea nativa tem a possibilidade de desenvolver cobertos contínuos que são muito susceptíveis ao fogo durante o período seco do ano. O interior e o Sul de Portugal possuem geralmente clima Termo-mediterrâneo, um clima com o período seco favorável à ocorrência do fogo. O fator distintivo destas regiões, que mais permite evidenciar o risco de fogo, é o fato de o início e o fim do período seco ser caracterizado por uma onda de calor, acompanhada de uma muito baixa umidade.
A vegetação nativa da região Mediterrânea apresenta-se hoje em diversas fases de degradação ou regeneração da antiga floresta que terá coberto as terras férteis da Bacia do Mediterrâneo subsistindo apenas alguns retalhos de florestas clímax, em alguns locais remotos. Os matos baixos são a fase mais degradada da floresta mediterrânea na Península Ibérica que representa uma vegetação típica do bioclima susceptível ao fogo da região. Muitas das espécies vegetais aqui presentes são estimuladas pelo fogo, ou seja, por fatores abióticos como o calor e o fumo. Claro que muitas espécies, numa situação de sucessão ecológica após um fogo, ocupam a área no aproveitamento da nova disponibilidade de luz e espaço, mas tal não deve ser considerado uma adaptação direta ao fogo. A paisagem Mediterrânea tem sofrido um impacto humano progressivo, tendo já passado por várias fases de uso do solo. Este processo de transformação da paisagem conduziu, ao estabelecimento de novos equilíbrios entre as árvores, arbustos e vegetação herbácea, criando a atrativa diversidade biológica da região, onde o fogo foi remetido para um papel secundário e relativamente controlado. Os impactos mais recentes têm levado à degradação do coberto vegetal original e de parâmetros como o regime hídrico, o solo e o micro clima superficial, situações que poderiam resultar da ocorrência de fogos, mas que se devem às atividades humanas.
Escrito por Lu às 18h57
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